Os assobios de Theodor Adorno

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Adorno não gostava de assobios. Mais especificamente de jovens no metrô assobiando o final da 1ª Sinfonia de Brahms. Para o filósofo, nada é mais ultrajante do que a vulgarização da música, nada é mais desprezível do que isolar partes da estrutura musical  para profaná-la com assobios na fila da espera



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