O plano B do PT para o Governo do Rio

Márcia Tiburi já foi filósofa; já foi membro atuante do programa Saia Justa. Também já fez duetos com Luis Felipe Pondé, iluminando as relações entre homens e mulheres num evento realizado por uma empresa de iluminação. Tiburi ainda nos ensinou a Como conversar com Fascistas, fugindo de debates, além de ter feito algumas reflexões metafísicas sobre a importância social do orifício responsável pela comunicação direta entre o intestino e o meio exterior. Enfim, Márcia Tiburi já esteve presente nos grandes momentos da cultura brasileira. Mas tudo tende à destruição. Tiburi caiu das alturas do mercado editorial – e das luzes dos eventos promovidos por empresas de iluminação – para se tornar uma candidata estepe do PT ao que restou do governo do Rio de Janeiro.

Que me perdoem o tom superlativo, mas estamos, de fato, tratando de coisas grandiosas. Na história mundial, já existiu um conquistador grego inventado por um filósofo estagirita. Mas só a história brasileira, cheia de momentos pitorescos, poderia plasmar a filosofia do laicismo anal da filósofa Márcia Tiburi, com a onomatopeia política do petista que tinha tudo para não ser ninguém – e foi bem sucedido! – Washington Quáquá, o presidente do diretório estadual de um partido em vias de extinção.

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Márcia Tiburi: O plano B do PT para o governo do Rio.
Foto: Ricardo Stuckert

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