A guerra inexistente

Não existe guerra cultural entre esquerda e direita, pelo simples fato de esquerda e direita serem ideologias, não culturas. Tomar partido de uma ou de outra corrente não é defender nenhum legado cultural, mas apenas aderir às paixões coletivas que falava Simone Weil; paixões que levam as pessoas a penhorarem suas individualidades, convicções, crenças e, sobretudo, a razão. Assim pretendem manter viva a esperança de que o futuro será melhor… é na utopia que esquerda e direita se encontram e confraternizam.

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