Eterno Labirinto, por Cristina Campo

“A arte de hoje é, em grandíssima parte, imaginação, isto é, contaminação caótica de elementos e de planos. Tudo isso, naturalmente, se opõe a justiça (que de fato não interessa a arte de hoje). Se, portanto, a atenção é espera, aceitação ardente, impávida do real, a imaginação é impaciência, fuga



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