O absolutismo da política

O nosso inabalável chanceler Araújo, no seu famoso ensaio que mistura devaneios políticos, esoterismo religioso e sobrenaturalidade esportiva, abraça carinhosamente a radicalização do cartesianismo ocorrida no pensamento político-filosófico dos anos 60: se Descartes duvidava da consciência que duvida, o cientista político contemporâneo duvida do sujeito que está duvidando. Ou seja:



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