Humano, demasiado humano

2018 será o ano da Inteligência Artificial. Novamente teremos uma máquina vencendo enxadristas, videogamers, youtubers, gogozeiros (que são jogadores de go, o xadrez chinês), cicloativistas de ciclovia e, finalmente, as infalíveis urnas eletrônicas brasileiras.

A imprensa não se entusiasmava tanto desde El Turco, o misterioso autômato enxadrista que viveu no século XVIII e derrotou Benjamin Franklin e Napoleão Bonaparte; os engenheiros do Google não se entusiasmavam tanto desde o anúncio do fim do Orkut. Continuar lendo “Humano, demasiado humano”